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Elisa tem 10 dentinhos…

Elisa é uma princesa de um Reino muito importante. Foi um presente sem preço tê-la em minha vida. É tão novinha, está no seu começo. Tendo seus momentos, descobrindo novos cheiros.
Elisa é muito amada, eu a observo de longe. Vejo seu cada every moment. Vejo o seu crescimento surgindo junto ao horizonte.

Elisa faz meus dias cheios de graça, seja pelo novo cantinho, seja por sua própria palavra falada. Seja porque seu olhar ainda sincero é pronfundo. Seja porque seu sorriso é um dos mais puros.

As vezes me pego no meio da tarde, desejando explorar flores com ela no Jardim. Lhe fiz uma linda promessa, a qual meu maior medo é não cumprir.

Mas hoje eu tenho vida de gente grande, e quase sempre não consigo estar presente. Então escrevendo esses versinhos, queria que Elisa soubesse:

Que eu te amo muito, de perto ou distante. Passe o que for, sempre acompanharei todos os seus instantes. Ainda que que eu não veja, orarei por todos eles. Porque o tempo passa minha querida princesa Elisa, e a saudade de você é tão grande. Mas que grande novidade no bilhetinho, esta de saber que você já tem 10 dentinhos. 


A moda da razão

Como estamos estranhos. Estamos cheios de opinião e cheios de teorias.

Estamos com tanta razão. Como a razão está em voga ultimamente. Ou não. Não faz pouco tempo que a razão entrou na moda, mas acredito que esta “moda” nunca foi tão popular e tão desejada como nos dias de hoje.

Todos queremos ter razão, e mais to que tê-la, desejamos profundamente que as outras pessoas reconheçam que estamos com a razão. Isso é tão sério, que quando alguém discorda de um Sr. (Sra.) Cheio da Razão, essa pessoa que discordou passa a ser vista como uma pedra de tropeço. Como um inimigo a ser combatido e abatido. Afinal, quem é o fulano para vir me contestar? Eu sei do que estou falando, eu fui a fundo, eu busquei, eu li e eu estudei. Sei de onde vem minha razão. Não venha me desafiar sem argumentos contundentes. rs Não importa a fonte, o importante é que eu tenho razão. O que eu acredito, o que eu penso é o certo, é o importante e não me aborreça com o seu pseudo ponto de vista.

Estamos em uma época de extremos. Há uma guerra não declarada pela razão. Em todos os lugares existe um intenso debate, discussões acirradas para ganhar o direito de ser reconhecido como o Sr. ou Sra. Dono (a) da razão. Queremos todo o tempo ouvir o seguinte elogio: “Você está, ou ainda, estava certo. Você tem, ou ainda, tinha razão.” E como ouvir isso enche o nosso peito. Como ficamos cheios de nós mesmo, ficamos contentes, satisfeitos, felizes e orgulhosos, porque no final Nós estávamos com a razão.

Como o desejo de ter razão, de estar certo, de ser admirado e seguido está enraizado no coração do ser humano. Como damos importância a isso. E como estamos cegos por isso. Quantas vezes eu me irrito e já me irritei por ser contrariada, por ser contestada, e porque alguém questiona a minha razão. Eu era uma dessas pessoas que adorava um debate e uma boa discussão; eu sempre gostei de vencer uma conversa e ouvir: “Você está com a razão!” Eu me sentia especial, inteligente, SUPERIOR por isso. Eu era cheia de mim.

Mas faz algum tempo, comecei a andar com um amigo especial. E esse amigo é especial de verdade, não sou só eu que acho isso. Ele é incrível, ele é o cara mais inteligente que eu conheço, a inteligência dele é incomum. Eu tenho certeza que ele é superdotado, gênio mesmo. Mas mesmo sendo extraordinário, ele nunca, em nenhuma das nossas conversas me fez engolir guela abaixo, sem água e sem nada, a razão dele.

Engraçado, que ele é a pessoa mais correta e digna que ja conheci em toda a minha vida, e mesmo assim, ele sempre me respeitou, mesmo quando eu dava um Stand Up de asneiras de graça, rs. Em nenhum momento, ele me calou para eu ouvir toda a linha de raciocínio complexo e bem estruturado e com todos os fundamentos que ele tinha para me convencer. Sempre enquanto eu falava, eu recebia o silêncio. Silêncio esse que não era desinteresse, tenho certeza absoluta que ele presta e prestava atenção em tudo o que eu estava falando, mas silêncio de respeito em quando amamos alguém nós o ouvimos. Ele sempre soube e sabe me ouvir.

Ele nunca me expos nada do que ele pensava sem que eu não quisesse saber, sem que eu demonstrasse interesse para que ele compartilhasse suas coisas comigo. Nunca foi um Sr. Cheio de Razão em nossas conversas, ao contrário de mim, que sempre tenho infinitas razões quando conversamos. E quando eu me calo e peço a opinião dele, ou que ele fale, ele em momento algum é soberbo em querer me diminuir para que seja engrandecido em sua razão. Ele fala, e simplesmente a razão repousa em suas palavras, sem esforço, sem briga, sem força. De uma maneira natural, ela se acomoda a ele, e quando ele fala faz todo sentido sem a necessidade de grandes discursos, grandes filosofias ou estruturas complexas. Ele não disputa a razão, ele a é.

E por esses dias, me peguei observando-o e me constrangi. Na verdade, me envergonhei e comecei a me questionar por que queria tanto ter razão. E ao refletir sobre essas questões, cheguei ao ponto: De que me serve ter razão? O que eu quero com isso, ou para que eu a quero tanto? Pensei, se ele que é tão melhor que eu, tão mais sábio que eu, não faz isso, não se engrandece quando está comigo, ao contrário, quer caminhar e viver comigo, por que estou fazendo isso? Por que estou lutando essa guerra, por que estou disputando algo que na verdade, não me pertence? E entendi, que eu não preciso ter razão. 🙂

Eu não a quero mais. Não a buscarei mais. Eu vou me preocupar em ser mais parecida com ele, em aprender mais dele para que as coisas estejam no lugar certo.  E ai quem sabe, ao me parecer com ele, a razão, (da qual não terei mais necessidade e apego), também repouse, não porque seja eu, mas por vê-lo refletido em mim.

Certa de que ainda há muito para caminhar,


Constatações sobre a dor

É um processo doloroso amadurecer. É ainda mais doloroso quando passo por momentos de dor sabendo que é o melhor de Deus para mim. Me questiono, como pode ser que um momento que doa tanto, algo que me faça sofrer possa ser o melhor e ainda mais, pode ser para o meu bem? Apesar de parecer extremamente contraditório é assim mesmo que as coisas no caminhar com Jesus funcionam.

Passo pelas experiências e não consigo ser a mesma, não mais sou o que um dia fui. Me transformo, de glória em glória, a glória que é dEle a propósito, e não minha. Nada para a minha própria exaltação, ou para que eu seja reconhecida. Tudo para que Ele seja engrandecido, exaltado e glorificado. Tudo para que eu possa prosseguir em caminhar com Ele e conhecê-lo melhor.

É no momento da dor que percebo como é difícil crucificar o meu eu. Porque enquanto dói, não quero me lembrar de que tudo o quanto faço ou passo é para Ele e por Ele, não, eu só penso no quanto estou sofrendo, o quanto está doendo, e quão rápido Ele vai trazer o remédio para fazer a dor insuportável passar. Nessa hora não sou humilde, não sou amorosa, tão pouco sou compassiva. Não. Nesse momento meu egocentrismo grita por todos os lados dando sinais de vida me lembrando o quanto ainda terei que lutar, caminhar e buscar para que possa ser um mínimo que seja mais parecida com Ele.

Nos momentos de dor, esqueço toda a dor que Ele passou por amor. Toda poesia passa, o nosso romance esfria, minha dependência da graça vai bem para as cucuías, porque ta doendo. Caramba ninguém vê, não percebe que está doendo. Em um primeiro momento eu busco todos os médicos, todos os remédios, todos os amigos, todos os bajuladores, porém não busco O médico, O remédio e O amigo, que é tão suficiente que dispensa a necessidade de todo e qualquer bajulador porque Ele é protetor.

É vergonhoso quando me confronto comigo, e percebo que ao longo de tanto tempo busco matar o meu eu, para que possa ser um pouco que seja melhor, que me esforço para agradá-lO, que solto aos quatro ventos “eu te amo”, “quero o Seu querer”, “quero ser como Tu és” e justamente quando tenho essa oportunidade todo o meu discurso desce ralo abaixo.

É impressionante como me distraio. Como rapidinho um luzinha qualquer atrai a atenção do meu olhar quando eu tenho o Sol da Justiça bem diante de mim. Meu Deus é ridículo mas isso acontece comigo. É impressionante como ao invés de simplesmente me entregar e entregar minhas mazelas em suas mãos, eu quero o tempo todo me justificar, argumentar e provar por A+B que sim estou certa, que é isso ou aquilo. Quando na verdade eu não preciso provar nada, falar nada, fazer nada, porque é Ele quem me justifica, é a Sua palavra que fala e é o Seu Espírito quem faz.

Contudo ao acordar pela manhã, e perceber que tenho um novo dia diante de mim, recebo uma nova chance um convite para que eu abandone esse comportamento de mulher independente e me entregue inteiramente a Ele. Essa esperança dada me conforta e não me deixa sucumbir a tristeza por ter fracassado tantas e tantas vezes, mas me fortalece e gera fé em mim para que eu finalmente me renda a Sua vontade pra mim, vontade essa que é boa, perfeita e agradável. Perseverarei nAquele que não desistiu um momento sequer, que não me abandonou e que ainda acredita em mim.

A caminho da segunda milha,


Uma Tati em minha vida!

Ela nem sabe disso aqui. Talvez ela nem saiba o quanto é importante pra mim!

Quase todo mundo conhece uma Tati, eu sou do time que conhece. Ela entrou na minha vida há 10 anos atrás. Foi em um momento de muitos mudanças. Foi quando eu encontrei Aquele que viria a me transformar em um ser humano novamente.

Foram muitos momentos, todos eles inesquecíveis, foram tantas risadas, tantos abraços, tantas coisas compartilhadas. Ela ama tanto o heroí que salvou minha vida, que não sabe que me inspirou a fazer o mesmo. Na verdade, ela é um ser que tem tanto amor em si, que nos inunda com sua presença.

Ela é aquela amiga que a gente não esquece. Pode ficar um tempão sem ver, que quando se reencontra parece que o “tchau” aconteceu a apenas 5 minutos atrás. Sempre tem o ombro amigo para nos apoiar, a verdade da vida para nos exortar e o sorriso do Eterno para junto conosco comemorar.

 

Obrigada Tati da minha vida, por nos últimos 10 anos ter compartilhado comigo a sua vida. Obrigada por permitir que eu mesmo a distância continue a fazer parte dela. Obrigada também por cumprir a vontade e o chamado do Amado para sua vida. Obrigada por sempre ter me inundado de Jesus, por junto comigo em muitos momentos ter ganhado tempo falando dEle. Obrigada por ter estado comigo em tantos momentos importantes e principalmente por ter acreditado que a Obra era possível de ser realizada em mim.

 

Eu estarei sempre aqui pra você, feliz, na torcida. E estarei lá também feliz quando a sua coroa enorme te for entregue, comemorando que enfim chegamos em casa, e poderemos então descansar reclinadas no peito do AMOR que tanto nos amou.

 

Beijos de todo o meu coração e da minha família para a sua família,

 

Natalia


Começar tudo de novo, de novo!

E mais uma vez, esse sentimento de começar as coisas de novo vem ao meu coração.

Nos últimos tempos eu passei por muitas mudanças, eu casei (depois eu escrevo sobre isso), mudei de emprego mais uma vez, e pra variar um pouco, dias depois me bateu um grande sentimento de que estava tudo errado e fora do lugar.

Ai hoje pela manhã mais uma vez eu chateada, muito chateada. Pensei em pedir ajuda, pensei em mandar e-mail para pessoas por quem possuo grande respeito pela vida espiritual, depois pensei em mandar minha foto para alguma irmã orar na igreja e ver se Deus revelava alguma coisa, e por último para a minha vergonha eu pensei em falar com Deus.

A princípio como uma coitada, sim, porque para minha vergonha de novo, eu comecei a dizer como eu era uma coitada e como era vítima da minha chateação e que o motivo que me levava a isso, é um gigante contra mim. E foi então que o Espírito Santo bondoso como sempre, me disse: “Auto comiseração é pecado!”

Dai passei a ser ministrada por Ele. Oras se eu estou chateada, e se estou com o sentimento de que as coisas não estão da forma que deveriam estar é porque não estou vivendo a vontade de Deus. E antes de me sentir uma coitada, o que eu devo fazer é buscar viver a vontade de Deus para a minha vida.

Sim, isto não é uma novidade pra mim. Só que antes isso não havia efetivamente entrado no meu coração, apenas eu ficava ouvindo isso da boca alheia. Me parece tão lógico agora, até mesmo o meu gigante, enquanto eu estava dando todo o foco para ele, para me distrair do verdadeiro problema que me aflige: Eu me afastei do querer e da vontade de Deus.

Somente quando eu estou longe de Deus (leia-se não estou falando de igrejas, estou falando de vida espirítual, de comunhão particular e íntima com Jesus) é que as coisas começam a dar errado. Sim porque quando estou aos pés da Cruz, mesmo em circunstâncias adversas, não tem problema nenhum, porque os meus olhos ficam fixos em meu REDENTOR que vive que é por mim.

Porque resolvi dividir isso, não sei…. rsrsrsrsrsrs talvez para poder compreender melhor e guardar ainda mais fundo o ensinamento de hoje.

Aline meu xuxu, que saudades de falar de Jesus com vocês!!!!!!!!

 

Dia de graça e de paz, a todos!

 

Dependente eternamente da graça….. 


Eu não poderia escrever melhor!

Existe uma coisa difícil de ser ensinada e que, talvez por isso, esteja cada vez mais rara: a elegância do comportamento.
É um dom que vai muito além do uso correto dos talheres e que abrange bem mais do que dizer um simples obrigado diante de uma gentileza.
É a elegância que nos acompanha da primeira hora da manhã até a hora de dormir e que se manifesta nas situações mais prosaicas, quando não há festa alguma nem fotógrafos por perto. É uma elegância desobrigada.
É possível detectá-la nas pessoas que elogiam mais do que criticam. Nas pessoas que escutam mais do que falam. E quando falam, passam longe das pequenas maldades ampliadas no boca a boca.
É possível detectá-la nas pessoas que não usam um tom superior de voz ao se dirigir a frentistas.
Nas pessoas que evitam assuntos constrangedores porque não sentem prazer em humilhar os outros.
É possível detectá-la em pessoas pontuais.
Elegante é quem demonstra interesse por assuntos que desconhece, é quem presenteia fora das datas festivas, é quem cumpre o que promete.
Oferecer flores é sempre elegante. É elegante não ficar espaçoso demais. É elegante você fazer algo por alguém.
É elegante não mudar seu estilo apenas para se adaptar ao outro. É muito elegante não falar de dinheiro em bate-papos informais. É elegante retribuir carinho e solidariedade.
Sobrenome, jóias e nariz empinado não substituem a elegância do gesto.
Não há livro que ensine alguém a ter uma visão generosa do mundo, a estar nele de uma forma não arrogante.
É elegante a gentileza… atitudes gentis falam mais que mil imagens…
Abrir a porta para alguém é muito elegante. Dar o lugar para alguém sentar é muito elegante
Sorrir, sempre é muito elegante e faz um bem danado para a alma…
Oferecer ajuda é muito elegante. Olhar nos olhos ao conversar, é essencialmente elegante.
Pode-se tentar capturar esta delicadeza natural pela observação, mas tentar imitá-la é improdutivo. A saída é desenvolver em si mesmo a arte de conviver, que independe de status social: é só pedir licencinha para o nosso lado brucutu, que acha que “com amigo não tem que ter estas frescuras”. Se os amigos não merecem uma certa cordialidade, os inimigos é que não irão desfrutá-la.
Educação enferruja por falta de uso.
E, detalhe: não é frescura.
 
 
Desconheço a autoria.
 
Fica ai, para marcar o retorno das minhas férias!
 
Sim, o meu Senhor é um GRANDE GENTLEMAN!!!!!!!