Arquivo do mês: agosto 2010

Você confia em mim?

Você confia em mim?
Eu confio, Senhor!

Você confia em mim?
Eu confio, Senhor!

Mesmo quando a dor parecer ser maior do que eu consigo carregar. Mesmo quando parece que meu último suspiro de esperança parece desaparecer. Mesmo quando eu queria tanto e não consegui, eu confio em Ti.

Eu estou em choque. Eu estou chateada. Eu sinto que perdi algo muito valioso. Falta algo no meu dia, não sei o que é.

Estou ainda tentando entender o que está acontecendo comigo. Porque na mesma mão que eu estou triste, eu estou em paz. Há uma certeza gritando no meu coração: O MEU REDENTOR VIVE!
A minha cabeça fica o tempo todo pensando: Ele tem o melhor para mim!!! Sua vontade é boa, perfeita, e agradável! Seus planos são maiores que os meus. Ele me sonda e me conhece. Ele me ama!

E agora eu começo a perceber que eu estou sendo consolada pelo Espírito Santo. Ele entende a minha dor. Ele sabe o quanto doí. Eu acho que ele entende melhor do que eu. Porque as coisas ainda estão confusas, e esclarecidas ao mesmo tempo. Mas eu tenho dado graças no meu coração de verdade. Sinto gratidão a Deus por tudo.

Eu sei que Ele me dá, o que deve me dar.

When all else fades my soul will dance with You… 

E quando tudo desmoronar, minha alma irá dançar com você. Só através da Fé a gente consegue fazer isso.

Você confia em mim?
Eu confio, Senhor!


Eu não poderia escrever melhor!

Existe uma coisa difícil de ser ensinada e que, talvez por isso, esteja cada vez mais rara: a elegância do comportamento.
É um dom que vai muito além do uso correto dos talheres e que abrange bem mais do que dizer um simples obrigado diante de uma gentileza.
É a elegância que nos acompanha da primeira hora da manhã até a hora de dormir e que se manifesta nas situações mais prosaicas, quando não há festa alguma nem fotógrafos por perto. É uma elegância desobrigada.
É possível detectá-la nas pessoas que elogiam mais do que criticam. Nas pessoas que escutam mais do que falam. E quando falam, passam longe das pequenas maldades ampliadas no boca a boca.
É possível detectá-la nas pessoas que não usam um tom superior de voz ao se dirigir a frentistas.
Nas pessoas que evitam assuntos constrangedores porque não sentem prazer em humilhar os outros.
É possível detectá-la em pessoas pontuais.
Elegante é quem demonstra interesse por assuntos que desconhece, é quem presenteia fora das datas festivas, é quem cumpre o que promete.
Oferecer flores é sempre elegante. É elegante não ficar espaçoso demais. É elegante você fazer algo por alguém.
É elegante não mudar seu estilo apenas para se adaptar ao outro. É muito elegante não falar de dinheiro em bate-papos informais. É elegante retribuir carinho e solidariedade.
Sobrenome, jóias e nariz empinado não substituem a elegância do gesto.
Não há livro que ensine alguém a ter uma visão generosa do mundo, a estar nele de uma forma não arrogante.
É elegante a gentileza… atitudes gentis falam mais que mil imagens…
Abrir a porta para alguém é muito elegante. Dar o lugar para alguém sentar é muito elegante
Sorrir, sempre é muito elegante e faz um bem danado para a alma…
Oferecer ajuda é muito elegante. Olhar nos olhos ao conversar, é essencialmente elegante.
Pode-se tentar capturar esta delicadeza natural pela observação, mas tentar imitá-la é improdutivo. A saída é desenvolver em si mesmo a arte de conviver, que independe de status social: é só pedir licencinha para o nosso lado brucutu, que acha que “com amigo não tem que ter estas frescuras”. Se os amigos não merecem uma certa cordialidade, os inimigos é que não irão desfrutá-la.
Educação enferruja por falta de uso.
E, detalhe: não é frescura.
 
 
Desconheço a autoria.
 
Fica ai, para marcar o retorno das minhas férias!
 
Sim, o meu Senhor é um GRANDE GENTLEMAN!!!!!!!